Governo do Distrito Federal
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29/06/15 às 16h26 - Atualizado em 29/10/18 às 11h44

Rede Social da Estrutural realiza ato público para a proteção infantil

Evento reuniu entidades do governo e organizações sociais para conscientizar a população contra o trabalho infantil e adolescente

(Brasília, 29/6/15) – “Diga não ao trabalho infantil. Sim à educação”. Com esse mote, moradores da chácara Santa Luzia, na Estrutural, participaram de um ato público realizado pela Rede Social durante todo o sábado (27), visando alertar a comunidade sobre os direitos das crianças e adolescentes. Instituições e grupos organizados locais se reuniram em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social (Sedhs) para a mobilização da sociedade na proteção desses grupos.

Foto: Wellington Reis – Ascom/Sedhs
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O evento contou com apresentações para a diversão do público e atividades para reforçar as questões sociais da população. Grupos de teatro e de dança, oficinas de pintura e brincadeiras, exposições com trabalhos dos alunos das escolas locais agitaram a programação. Estavam presentes as unidades da Sedhs, Cras (Centro de Referência de Assistência Social) e Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) da Estrutural; além da Secretaria da Saúde; do Trabalho e Empreendedorismo; da Mulher, Igualdade Racial e Direitos Humanos; do Conselho da Criança e do Adolescente e do Centro Comunitário LBV, dentre outros grupos.

Foto: Wellington Reis – Ascom/Sedhs
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No local, a Secretaria do Trabalho emitiu carteiras de trabalho para a população, junto à Secretaria de Saúde que realizou as pesagens para o recadastramento no programa Bolsa-Família; além de fornecer informações sobre a saúde infantil e contar com a presença de médicas voluntárias do Hospital Alvorada aferindo a pressão arterial dos moradores.

Foto: Wellington Reis – Ascom/Sedhs
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O administrador da SCIA Estrutural, Evanildo da Silva Macedo, se mostrou satisfeito com a presença dos moradores que buscaram os serviços oferecidos pelo governo e, principalmente, pela parceria da Rede Social com a Administração para chamar a atenção das pessoas quanto ao trabalho infantil. “Criança tem que ter assegurado seu direito de viver de fato a infância, assim como os jovens de viver seu tempo no momento adequado. A população está de parabéns por participar, e a Santa Luzia por ter conseguido acolher um evento deste porte”, resume.

Foto: Wellington Reis – Ascom/Sedhs
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A coordenadora do Creas Estrutural, Amanda Campina dos S. Montalvão, fez uma apresentação sobre os direitos da criança e do adolescente, enfatizando a importância da família para a formação dos jovens, e procurando conscientizar a população acerca da violência que esses grupos têm sofrido. “Esse é mais um dos trabalhos que realizamos tendo como foco a questão do trabalho infantil, principalmente em função do Lixão, que têm uma demanda forte. A Santa Luzia representa uma área da Estrutural de maior vulnerabilidade, então procuramos sempre oferecer a eles essa assistência, e apresentar os serviços prestados pelo governo”, explicou a coordenadora.

Foto: Wellington Reis – Ascom/Sedhs
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Crianças e famílias estavam presentes para ouvir sobre o combate ao trabalho infantil. Tatiane Santos de Oliveira, 29, trabalhadora do Lixão, conta que ficou muito feliz com o evento. “Meu filho, de apenas 10 anos, já veio me pedir para ir trabalhar junto comigo. Eu disse que não e que o lugar dele era na escola. É nos estudos que ele tem que focar”, explicou.

Foto: Wellington Reis – Ascom/Sedhs
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A secretária adjunta da Sedhs, Riane Vasconcelos, parabenizou toda a comunidade por prestigiarem e colaborarem para a realização do evento, relembrando todos os obstáculos que ainda existem para combater efetivamente o trabalho infantil. Ela reforçou ainda que a junção do governo com a comunidade e a assistência social promove uma maior aproximação para que haja esta luta. “Esse encontro representa um chamamento à população, para que cada um seja de fato protagonista ao lutar contra o trabalho infantil”, diz ela. A secretária reforça ainda a disponibilidade da assistência social das unidades Cras e Creas para combater a violação de direitos e fornecer a ajuda necessária aos grupos vulneráveis.

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