Governo do Distrito Federal
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18/12/13 às 21h25 - Atualizado em 29/10/18 às 11h44

População de rua do DF ganha Confraternização Natalina

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a SED0818A manhã desta quarta-feira (18) foi especial para as pessoas em situação de rua do Distrito Federal. Cerca de 500 convidados participaram de confraternização promovida pela Arquidiocese de Brasília, com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest). As atividades tiveram início com a Missa, presidida pelo arcebispo Dom Sérgio da Rocha, na Catedral de Brasília. A cerimônia contou com as presenças do Ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, e do Secretário de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda, Daniel Seidel.

 

Logo após a Missa, todos se reuniram em frente à Catedral, de onde partiram, com uma rosa na mão, em caminhada à Rodoviária do Plano Piloto. Todas as rosas foram entregues ao longo do caminho para pessoas desconhecidas. Ao chegar à Rodoviária, uma família, acolhida na Casa Santo André, instituição conveniada com a Sedest, fez a encenação do nascimento de Jesus Cristo. Na peça, Maria, José e o menino Jesus receberam rosas e cobertores dos moradores de rua.

 

Para encerrar a manhã especial, foi oferecido, no estacionamento ao lado da Catedral, almoço com cardápio festivo a todos os presentes, que puderam saborear arroz, feijão tropeiro, bife ao molho madeira e estrogonofe de frango. De sobremesa, frutas variadas. Após a alimentação, kit de higiene pessoal foi distribuído para as pessoas em situação de rua.

 

Para o Secretário da Sedest, Daniel Seidel, a atividade celebra uma mudança no atendimento ofertado para pessoas em situação de rua no DF. “Todo o esforço da Sedest é para garantir atendimento e tratamento digno para essas pessoas. Por meio do Serviço de Abordagem Cidade Acolhedora, da qualificação e ampliação do Serviço de Acolhimento, pelos atendimentos ofertados no Centros Pop, percebemos que é possível sim proporcionar condições para que as pessoas superem essa situação de violação”, reforçou.

 

Para Maria Celeste, 29, que já vivenciou a situação de rua, este dia ficará na memória. “A gente fica feliz quando recbe um presente e um tratamento assim educado. Nem lembrava como era ser tratada como gente”.