Governo do Distrito Federal
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15/05/13 às 3h00 - Atualizado em 29/10/18 às 11h44

Plano DF Sem Miséria é tema de audiência pública

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Na segunda-feira (13), foi realizada audiência pública com o tema “As ações do DF Sem Miséria”, no plenário da Câmara Legislativa. O plano para superar a extrema pobreza no Distrito Federal foi lançado pelo governo do Distrito Federal em julho de 2011 e possui três eixos estruturantes: transferência de renda, acesso aos serviços públicos e mercado de trabalho. O evento foi proposto pela líder do governo e deputada distrital (PT), Arlete Sampaio.

De acordo com a deputada, a organização das quatro bases de dados sobre os beneficiários foi fundamental para atender a população mais vulnerável. “Fizemos um esforço durante um ano para construir um cadastro único e conseguimos incluir 25 mil famílias que nunca haviam recebido qualquer auxílio governamental”, afirmou.

Para o secretário de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda, Daniel Seidel, o projeto de um novo governo, promovido pelo Governador Agnelo Queiroz, possibilitou o diálogo e a inserção de novos beneficiários nos programas sociais. “O diferencial deste governo foi romper com a lógica de beneficiar redutos eleitorais e começar a utilizar informações científicas para identificar os territórios que mais precisam de atuação governamental, como Sol Nascente, Itapoã e Estrutural”, disse.

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A mesa ainda contou com a presença de Edjanes Araújo, representante dos usuários do Conselho da Assistência Social (CAS / DF). Para ela, ser beneficiária do Bolsa Família e participar de cursos de formação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) abriu caminhos para uma nova história de vida. “Terminei o segundo grau e aprendi informática. Atualmente participo de um curso de massoterapia”, relatou.

O presidente da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), Júlio Miragaia, completou a mesa da audiência. De acordo com Júlio, o Distrito Federal tem um  grande desafio no que diz respeito a superação da pobreza extrema, pois é a unidade da federação com maior índice de desigualdade social. “Precisamos diversificar nossa estrutura produtiva se quisermos erradicar a pobreza. Há uma necessidade de criar oportunidades de emprego para as massas migratórias que ainda chegam ao DF”, observou.