Governo do Distrito Federal
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13/05/13 às 3h00 - Atualizado em 29/10/18 às 11h44

Comitê Gestor do DF sem Miséria retoma trabalhos de monitoramento

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Para fortalecer as ações de superação da extrema pobreza, o Plano DF Sem Miséria conta com Comitê Gestor, composto por secretarias do GDF relacionadas ao tema. Na última quinta-feira (9), o Comitê retomou as atividades, se reunindo no Anexo do Palácio do Buriti, e contou com a coordenação do secretário de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda, Daniel Seidel, e do secretário da Casa Civil, Swedenberger Barbosa.

Na ocasião, foi comunicada a entrada oficial da Casa Civil nos Comitês Intersetorial e Gestor, e da Secretaria da Copa no Comitê Intersetorial do Plano. Também foram apresentados pelos representantes das secretarias de Saúde, de Educação, do Esporte, da Habitação, da Agricultura, do Trabalho, de Ciência e Tecnologia, os avanços que cada pasta tem alcançado, ao efetivar as ações dos três eixos estruturantes do Plano: transferência de renda, acesso aos serviços públicos e inclusão produtiva.

Para Daniel Seidel, o ingresso da Casa Civil fortalecerá ainda mais as ações do DF Sem Miséria, que já colhe frutos positivos de um processo de organização das informações. “Com a atualização dos dados cadastrais, conseguimos inserir 25 mil novas famílias nos programas sociais. Migramos da última posição do ranking para o primeiro lugar no que diz respeito a organização e confiabilidade nas informações do Cadastro Único. Temos feito estudos e proposições para avançar nas ações do segundo eixo e, com a participação da Casa Civil, alcançaremos nossas metas com mais eficiência”, ressaltou.

De acordo com o secretário Swedenberger Barbosa, é importante planejar para aumentar a eficiência das ações do GDF. Para ele, o Comitê é um importante instrumento deliberativo. “Essa reunião retoma o compromisso de dialogar com a sociedade, entender suas necessidades e trabalhar para atendê-las. Estamos em um governo que acredita no projeto em que estado e sociedade dialogam”,

Como encaminhamento, a mesa agendou reuniões bimestrais de gestão e monitoramento. Também ficou estabelecido que a Coordenadoria de Monitoramento será a interlocutora da Casa Civil e está legitimada a chamar reuniões e demandar por informações ao grupo.