Governo do Distrito Federal
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23/02/18 às 18h09 - Atualizado em 29/10/18 às 12h07

CEAL conveniado à SEDESTMIDH recebe a visita da Secretária Ilda Peliz

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O CEAL, Centro Educacional da Audição e Linguagem, foi visitado na manhã de hoje pela secretária da SEDESTMIDH, Ilda Peliz e assessores técnicos que acompanharam as atividades do centro auditivo, conveniado à secretaria de governo.

No edifício instalado na 609 Norte, de 15 mil metros quadrados, são atendidos os familiares e pacientes com deficiência auditiva, bebês, crianças e jovens até a idade adulta. Ao longo do tratamento, são acompanhados por médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, professores e assistentes sociais. Esses profissionais desenvolvem terapias e atividades pedagógicas para melhorar a comunicação oral, seja por métodos educacionais ou com o uso de aparelhos auditivos e implantes que permitam o reconhecimento da fala ou o entendimento e os familiares, simultaneamente recebem cursos de qualificação com cursos profissionalizantes, para melhorar a renda.

A Secretária Ilda Peliz visitou as instalações de admissão de pacientes, testes e entrega de equipamentos auditivos, refeitórios, áreas de armazenamento e refrigeração de alimentos, laboratórios de aprendizagem além de ateliês de artes, quadras de esportes e piscinas.

O CEAL foi criado há trinta anos por iniciativa dos padres seguidores do trabalho do religioso, Ludovico Pavoni, e assiste 450 pessoas, sendo 340 pacientes encaminhados pelos serviços da SEDESTMIDH que repassa mais de 70% dos recursos complementados pelo SUS.

Jackson Souza, 24, conheceu o Centro Auditivo aos 4 anos como paciente. Ele tinha deficiências na fala e audição e com a reabilitação,hoje ele auxilia na área administrativa às pessoas que procuram atendimento, facilitando a comunicação inclusive com a linguagem de Libras. Uma história de superação como a de Josiele Silva, 20, ex-paciente e auxiliar administrativo que já se prepara para o vestibular de administração, que sonha cursar.

Toda a conquista dos pacientes, a Coordenadora Inês Souza resume em uma frase:

“Um gesto vai levar a dez palavras a menos no vocabulário de um paciente, por isso,  se estimula a reabilitação oral , pois o som de uma palavra traz enormes conquistas”, conclui a educadora.